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domingo, 21 de julho de 2013
segunda-feira, 15 de julho de 2013
sublinharam algumas palavras na parede de vidro. eram duas folhas invisíveis de rascunhos prósperos escritos para fazer, das descobertas, volume tombado ao patrimônio lúdico. escritos humanos facilitando observações. falavam de percepções, caminhos e inquéritos contra a própria individualidade coletiva. jamais se apercebeu da forma como era válida. se os humanos ousassem se apoiar quando em crítica análise, resumia o compêndio, eles sairiam da panela quente e deixariam de ser caranguejo de mangue preso na mala sozinho. fariam da maré cheia em lua festa de quem comemora nascimento de anjos. era fórmula deixada gravada. um dia lida. muito trabalho e lida.
sábado, 13 de julho de 2013
Propagação de Ondas Eletromagnéticas em Dielétricos Diferentes
Pessoal, fiz um código simples de propagação de uma onda EM em python (usando pygame). A intenção é ajudar a visualizar o que acontece com as mudanças de parâmetros.
Precisa consertar algumas coisas de cálculo, porque acabei de fazer.
Mas quem quiser dá uma olhada no código e contribuir, pode ficar à vontade.
Os cálculos estão divididos em polarização perpendicular e paralela. O acesso aos parâmetros de dielétricos, ângulos, etc, estão dentro do código na função setarParametros.
http://code.google.com/p/eletromagnetic-propagation-wave/
para rodar no terminal:
python ondas.py
Abraço!
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Sem Partido
Rápido.
Muito bem colocado por Sales Lopes, apartidarismo é diferente de antipartidário. Não somos contra partidos políticos, mas queremos que as pessoas se indaguem sobre a saúde política com o viéis dos partidos.
Entendeu nada? Vou rebobinar: Muitos como nós enxergamos que os partidos se acomodaram no Sistema. O partidarismo faz com que as pessoas coloquem uma camisa de opiniões sem nem pensar nos problemas inerentes ao próprio partido. O que tem acontecido é que quando alguém apoia, por exemplo, o PT, por algum motivo alienígena, o povo não consegue reconhecer os problemas que o PT tem. Quando apoia o PSDB, idem. E assim vale para todos.
Apoiar um partido no Brasil tem sido se polarizar numa opinião e muita das vezes submeter-se a um conjunto de aprovações irregulares por "acreditar no partido". Se a galera do PT dissesse NÃO para posições da Dilma (como as greves das Instituições de Ensino Público Federais; os escândalos do mensalão; a COPA, etc); dissessem NÃO para Eduardo &Cia (no processo de sucateamento dos hospitais universitários; no baixíssimo valor de salário dos professores na rede estadual de ensino, etc), talvez, eu conseguiria ver com bons olhos o processo partidário no Brasil.
O que vemos são pessoas "tentando" defender um sistema, muita das vezes, por estarem de alguma forma envolvidos nele, tendo que "defender o seu" para não perder espaço (para mais detalhes, indica-se leitura do livro "Uma história de rabos presos").
Isso nada tem a ver com os movimentos LGBT, da violência contra mulher, Da Luta Pelo Sertão, etc. Os movimentos de minoria são tão importantes quanto foram o abolicionismo de Zumbi, Nabuco e Luther King.
Quando a gente reconhece que está lutando por pessoas, por condições mínimas de vida, querendo que o processo como um todo funcione BEM, com certeza, vale pensar em deixar um pouco as paixões de lado, às vezes, paixões que nem são tão nossas.
Vocês podem até me convencer o contrário depois, mas não faz sentido alegar que lutar por SEM PARTIDO vai fazer a ditadura se estabelecer novamente. Se um dia voltar (D'us nos ajude que não), não será por esse motivo.
Quem será o líder desse Movimento Nacional? Com quais idéias ele será baseado? Com que filosofia será construído?
Isso só o povo pode responder - e não mais os partidos - espero.
Muito bem colocado por Sales Lopes, apartidarismo é diferente de antipartidário. Não somos contra partidos políticos, mas queremos que as pessoas se indaguem sobre a saúde política com o viéis dos partidos.
Entendeu nada? Vou rebobinar: Muitos como nós enxergamos que os partidos se acomodaram no Sistema. O partidarismo faz com que as pessoas coloquem uma camisa de opiniões sem nem pensar nos problemas inerentes ao próprio partido. O que tem acontecido é que quando alguém apoia, por exemplo, o PT, por algum motivo alienígena, o povo não consegue reconhecer os problemas que o PT tem. Quando apoia o PSDB, idem. E assim vale para todos.
Apoiar um partido no Brasil tem sido se polarizar numa opinião e muita das vezes submeter-se a um conjunto de aprovações irregulares por "acreditar no partido". Se a galera do PT dissesse NÃO para posições da Dilma (como as greves das Instituições de Ensino Público Federais; os escândalos do mensalão; a COPA, etc); dissessem NÃO para Eduardo &Cia (no processo de sucateamento dos hospitais universitários; no baixíssimo valor de salário dos professores na rede estadual de ensino, etc), talvez, eu conseguiria ver com bons olhos o processo partidário no Brasil.
O que vemos são pessoas "tentando" defender um sistema, muita das vezes, por estarem de alguma forma envolvidos nele, tendo que "defender o seu" para não perder espaço (para mais detalhes, indica-se leitura do livro "Uma história de rabos presos").
Isso nada tem a ver com os movimentos LGBT, da violência contra mulher, Da Luta Pelo Sertão, etc. Os movimentos de minoria são tão importantes quanto foram o abolicionismo de Zumbi, Nabuco e Luther King.
Quando a gente reconhece que está lutando por pessoas, por condições mínimas de vida, querendo que o processo como um todo funcione BEM, com certeza, vale pensar em deixar um pouco as paixões de lado, às vezes, paixões que nem são tão nossas.
Vocês podem até me convencer o contrário depois, mas não faz sentido alegar que lutar por SEM PARTIDO vai fazer a ditadura se estabelecer novamente. Se um dia voltar (D'us nos ajude que não), não será por esse motivo.
Quem será o líder desse Movimento Nacional? Com quais idéias ele será baseado? Com que filosofia será construído?
Isso só o povo pode responder - e não mais os partidos - espero.
terça-feira, 16 de abril de 2013
Flanelinhas em Recife
primeiro, é escancarada a participação de flanelinhas em eventos público-culturais em Recife. desde carnaval, praias e até eventos no teatro santa isabel.
a participação da polícia, ainda(?), é tímida, tendendo a zero. parece-me que a população vai ter que começar a opinar mais para que os batalhões de áreas comecem a agir nesse sentido.
o problema é que só passa a ser extorção quando o flanelinha "intimida" ou "coage" para que a pessoa pague. será que vale a pena esperar que eles intimidem para que precisemos chamar a polícia? será q não vale muito mais considerar qualquer prática de vigia/guarda nas ruas crime? até porque na prática a gente paga imposto para que a pm faça a segurança.
e porque na maioria das vezes, ninguém vai dizer que vai arranhar o carro, mesmo sabendo que isso pode acontecer; é realmente uma balança que vale a pena equilibrar.
já fui cobrado, por flanelinhas (quase de palitó, sério) na rua da moeda (recife antigo), 10 (DEZ) REAIS pra estacionar numa via pública. agora me diga se essa pessoa está "sugerindo um serviço" útil à sociedade, se ela não vai lavar o carro, nem limpar a via? cuidar do carro? e as câmeras de segurança, a polícia, os guardas? só servem para multar? sei que não dá pra ser onipresente, mas...
de toda forma, a >>presença>> da polícia já daria um suporte grande em eventos como teatros, praia, em shows, etc, até que a população (vereadores?) decidam se vale a pena considerar a prática de flanelinhas como crime ou pelo menos facilite a maneira de lidar com eles.
a participação da polícia, ainda(?), é tímida, tendendo a zero. parece-me que a população vai ter que começar a opinar mais para que os batalhões de áreas comecem a agir nesse sentido.
o problema é que só passa a ser extorção quando o flanelinha "intimida" ou "coage" para que a pessoa pague. será que vale a pena esperar que eles intimidem para que precisemos chamar a polícia? será q não vale muito mais considerar qualquer prática de vigia/guarda nas ruas crime? até porque na prática a gente paga imposto para que a pm faça a segurança.
e porque na maioria das vezes, ninguém vai dizer que vai arranhar o carro, mesmo sabendo que isso pode acontecer; é realmente uma balança que vale a pena equilibrar.
já fui cobrado, por flanelinhas (quase de palitó, sério) na rua da moeda (recife antigo), 10 (DEZ) REAIS pra estacionar numa via pública. agora me diga se essa pessoa está "sugerindo um serviço" útil à sociedade, se ela não vai lavar o carro, nem limpar a via? cuidar do carro? e as câmeras de segurança, a polícia, os guardas? só servem para multar? sei que não dá pra ser onipresente, mas...
de toda forma, a >>presença>> da polícia já daria um suporte grande em eventos como teatros, praia, em shows, etc, até que a população (vereadores?) decidam se vale a pena considerar a prática de flanelinhas como crime ou pelo menos facilite a maneira de lidar com eles.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Manifesto do Diálogo
Poderia escrever um manifesto a favor do Diálogo. E se fosse escrever este manifesto, começaria dizer que os místicos e budistas deveriam não só aprender a ouvir, mas aprender a falar. Essa seria as duas grandes lições iniciais.
Uma grande equipe pode ser treinada sozinha? Qual o papel do técnico? "Aquilo que você é, o outro consegue enxergar muito melhor". As pessoas deveriam sugerir mais. E para sugerir mais, é preciso urgente que aprendam a conversar. Há muitos cursos de persuasão e convencimento para um mundo onde o marketing é massivo, quase doentio. Nós místicos estamos prontos para conversar?
Em alguns jogos que faço parte com alguns colegas (tênis e volei), notei que a equipe parece jogar muito melhor, quando alguém consegue identificar onde a outra pessoa pode melhorar. Isso acontece nas divisões do jogo (onde o levantador deve guiar a bola para o que vai bater) quanto pra o modo como segurar a raquete, mirar e acertar na bola.
A sugestão não substitui, nem acho que um dia substituirá, a auto-descoberta. A sugestão quando em terra fértil (é preciso humildade, discernimento e atitude), pode fazer a caminhada mais leve.
Um místico que não aprendeu uma forma de sugerir uma mudança nega-se a si mesmo a oportunidade que lhe foi dada de propor uma mudança a alguém que pode está em busca de somente um palpite. É preciso silenciar também. E onde está este equilíbrio? O silêncio pode se confundir com rejeição ou com não preocupação, o que não tem nada a ver com os pilares do misticismo (ao meu ver). É perigoso pois é um dos comodismos humanos permanecer na inércia quando o mundo exige algum posicionamento.
Muito se tem falado de sugestão: mas será que sabemos sugerir? Aprendemos a ouvir, mas sabemos sugerir? Não tenho referências bibliográficas, mas parece que para sugerir, precisamos nos colocar na situação, sempre. A intenção da fala, ao meu ver, nunca deve ser de correção, mas de compartilhamento. É preciso apertar o botão para dizer algo. Nem que seja concordar parcialmente.
Reza a lenda que o Papa Francisco, ao receber mais de dois terços dos votos, recebeu um palpite de um cardeal brasileiro para que "lembrasse dos mais pobres". É lógico que a vida toda do papa foi consagrada aos mais pobres, mas uma sugestão do brasileiro fez com que isso fosse lembrado num momento muito importante da sua caminhada. Fez até nascer a sugestão do seu nome Francisco, referência ao irmão italiano que tanto pregou o bem e a humildade.
Num manifesto ao Diálogo, se um dia escrevesse, terminaria dizendo que se as pessoas místicas conversassem mais, intercalando sempre o diálogo sincero com uma meditação reflexiva (a do espelho), elas potencializariam seus aprendizados. Não é uma geração de místicos tagarelas. É místicos que sejam capazes de conversar com o mundo a sua volta. Sinceramente acho que não sei me comunicar e dialogar corretamente. Parece que não somos criados para isso. Reza a lenda que Buda teve estágios de iluminação: a primeira, o facultou à meditação, a segunda o incitou a uni-lo à sociedade para viver de fato. O ascentismo utópico é um dos primeiros alertas que a Ordem Rosacruz prega aos estudantes iniciais.
Tenho sentido um pouco de dificuldade de compartilhar algo. É muito comum não receber feedback do que escrevo. E nunca sei onde posso melhorar, onde estou perdido ou me achei. Isso me tem instigado mais à meditação (parece-me, às vezes, como única alternativa). E esse não-retorno faz com que seja lido por mim como um pouco de censura: ou me excedi ou fui torpe. Mas continuo me refletindo. Os místicos deveriam se ajudar (me ajudem! rsrs).
Paz profunda!
Uma grande equipe pode ser treinada sozinha? Qual o papel do técnico? "Aquilo que você é, o outro consegue enxergar muito melhor". As pessoas deveriam sugerir mais. E para sugerir mais, é preciso urgente que aprendam a conversar. Há muitos cursos de persuasão e convencimento para um mundo onde o marketing é massivo, quase doentio. Nós místicos estamos prontos para conversar?
Em alguns jogos que faço parte com alguns colegas (tênis e volei), notei que a equipe parece jogar muito melhor, quando alguém consegue identificar onde a outra pessoa pode melhorar. Isso acontece nas divisões do jogo (onde o levantador deve guiar a bola para o que vai bater) quanto pra o modo como segurar a raquete, mirar e acertar na bola.
A sugestão não substitui, nem acho que um dia substituirá, a auto-descoberta. A sugestão quando em terra fértil (é preciso humildade, discernimento e atitude), pode fazer a caminhada mais leve.
Um místico que não aprendeu uma forma de sugerir uma mudança nega-se a si mesmo a oportunidade que lhe foi dada de propor uma mudança a alguém que pode está em busca de somente um palpite. É preciso silenciar também. E onde está este equilíbrio? O silêncio pode se confundir com rejeição ou com não preocupação, o que não tem nada a ver com os pilares do misticismo (ao meu ver). É perigoso pois é um dos comodismos humanos permanecer na inércia quando o mundo exige algum posicionamento.
Muito se tem falado de sugestão: mas será que sabemos sugerir? Aprendemos a ouvir, mas sabemos sugerir? Não tenho referências bibliográficas, mas parece que para sugerir, precisamos nos colocar na situação, sempre. A intenção da fala, ao meu ver, nunca deve ser de correção, mas de compartilhamento. É preciso apertar o botão para dizer algo. Nem que seja concordar parcialmente.
Reza a lenda que o Papa Francisco, ao receber mais de dois terços dos votos, recebeu um palpite de um cardeal brasileiro para que "lembrasse dos mais pobres". É lógico que a vida toda do papa foi consagrada aos mais pobres, mas uma sugestão do brasileiro fez com que isso fosse lembrado num momento muito importante da sua caminhada. Fez até nascer a sugestão do seu nome Francisco, referência ao irmão italiano que tanto pregou o bem e a humildade.
Num manifesto ao Diálogo, se um dia escrevesse, terminaria dizendo que se as pessoas místicas conversassem mais, intercalando sempre o diálogo sincero com uma meditação reflexiva (a do espelho), elas potencializariam seus aprendizados. Não é uma geração de místicos tagarelas. É místicos que sejam capazes de conversar com o mundo a sua volta. Sinceramente acho que não sei me comunicar e dialogar corretamente. Parece que não somos criados para isso. Reza a lenda que Buda teve estágios de iluminação: a primeira, o facultou à meditação, a segunda o incitou a uni-lo à sociedade para viver de fato. O ascentismo utópico é um dos primeiros alertas que a Ordem Rosacruz prega aos estudantes iniciais.
Tenho sentido um pouco de dificuldade de compartilhar algo. É muito comum não receber feedback do que escrevo. E nunca sei onde posso melhorar, onde estou perdido ou me achei. Isso me tem instigado mais à meditação (parece-me, às vezes, como única alternativa). E esse não-retorno faz com que seja lido por mim como um pouco de censura: ou me excedi ou fui torpe. Mas continuo me refletindo. Os místicos deveriam se ajudar (me ajudem! rsrs).
Paz profunda!
sábado, 9 de março de 2013
Equalizar
Não é preciso espadas, fuzis e armas químicas para lutar a favor do Bem.
Basta, como se equaliza o som de uma grande orquestra, intensificar as boas vozes, os bons tons, cada timbre e melodia. Deixar de lado as incompatibilidades de jeitos e o ego e... apenas... intensificar as boas ações.
Intensificar as boas ações significa: fazer com que as coisas boas cheguem às outras pessoas.
Não se justifique.
Faça, compartilhe, sugira, acrescente.
Não se justifique.
Faça.
Basta, como se equaliza o som de uma grande orquestra, intensificar as boas vozes, os bons tons, cada timbre e melodia. Deixar de lado as incompatibilidades de jeitos e o ego e... apenas... intensificar as boas ações.
Intensificar as boas ações significa: fazer com que as coisas boas cheguem às outras pessoas.
Não se justifique.
Faça, compartilhe, sugira, acrescente.
Não se justifique.
Faça.
Equalize.
Fernando disse para ele mesmo. E para quem, gentilmente, quiser ouvir.
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