No ano em que um ativista do mundo virtual é indicado ao grande Prêmio Nobel da Paz.
No ano em que o Egito é visualizado googleamente de todos os ângulos, onde sua população luta - literalmente - pela democracia utilizando redes e mídias sociais.
No ano em que o progresso das redes sociais tem encontrado meios para que usuários insatisfeitos com produtos reclamem e isso ganhe repercusão mundial (nas listas das #tags# mas citadas no twitter do mundo).
No ano em que as redes alcançam ainda mais pessoas, mobileamente ou criando meios sociais para áreas remotas.
No ano em que nossa presidenta (com 'a' - o que já é paradigma) vai à Argentina assinar acordos com a presidenta (também com 'a') para Planos Sociais de Banda Larga em conjunto com nossos hermanos.
No ano, que só tem um mês e poucos dias,
estou pensando.
O que será de nós em breve? (ainda mais) virtualmente conectados?
Como o material da internet é escasso, depois de catucar bastante por aí, tô disponibilizando uma implementação bem simples de uma aplicação que acessa o twitter com python.
Enfim, o código é bem simples e eu comentei bastante em português (acho que até demais =o)
A biblioteca que acessa a API é a tweepy e não consegui resolver alguns probleminhas (além de ter que além de pedir autorização ao usuário do acesso à API,é necessário dá ao aplicativo um códigozinho (que é fornecido qndo o usuário clica em Allow (pra permitir a aplicacação acessar sua conta) uma espécie de ID) para que ele esteja realmente conectado/confirmado.)
Aliás, se voce chegou aqui e tá procurando códigos que nao precisem de ter um aplicativo cadastrado no twitter para acessar dados importantes de usuários, segundo eu pesquisei, não tem como fazer mais isso (desde o ano passado). Ou seja, é necessário uma aplicação cadastrada (e uma conexão como está no código do link acima).
O código explica desde o começo (cadastrar a aplicação no twitter), setar alguns dados fornecidos em variáveis quando você cria a aplicação, etc.
Qualquer coisa que tiver a acrescentar, por favor, me mandem um email: fernandoneto7@gmail.com
Ontem a galera do cin tava pesquisando seus nomes no google. Aí hoje de manhã eu resolvi colocar o meu. Não achei muita coisa (veio um monte de coisa relacionado ao Teatro Mágico... ?). Ai resolvi colocá-lo entre aspas. E o que apareceu? O site da nova Brasil e que eu tinha ganho um ipod nano pela promoção "Você pelo planeta melhor".
E eu nem sou de ganhar essas coisas. =o
Bem, eu tinha enviado minha frase e nem tinha me ligado em data de sorteios. É, meu nome estava entre os 8 sorteados da promoção (não ganhei um dos 4 macbooks, seria sorte demais num só ano, rsrsrs).
Enfim, que coisa, não? Ai eu fui olhar o Regulamento da Promoção e vi que o participante deveria pegar 5 dias úteis depois do sorteio. =o E o sorteio foi no começo do ano.
É, fui correndo ligar pra Nova Brasil que me informou que os ipods nano nao haviam chegado e que me enviaria um email quando chegasse (talvez, talvez, na próxima semana).
Mas né que hoje de tarde me mandaram um email e eu já fui buscar?
hehehe
Pois é. Depois fui olhar no meu email e vi que enviaram no dia 4 de janeiro um email falando que eu fora escolhido. E tava como lido =o E eu não "vi".
Enfim, que coisa! (2).
É isso.
Acho até que vou vendê-lo (não sou muito de escutar música).
Então é isso.
Qual será a novidade mais do ano!? Depois eu faço um post (todo especial) falando dos meus futuros sobrinhos em gestação xD
Ah sim, tá interessado em saber qual a frase que eu mandei? hehehehe
eu salvei aqui, mas salvei duas, nao lembro qual eu enviei =o
EU ACHO que foi essa.
Concatenaria idéias e opiniões de sustentabilidade, equilíbrio social e da natureza e tentaria multiplicá-las o máximo possível, levando informação e conhecimento a todos que desejassem. Apresentaria o vegetarianismo, o consumo consciente das fontes naturais em escola, escritórios. Levaria informação a todos que assim desejassem. Utilizaria as redes sociais para formar elos de comunicação ;
Nem tá tão boa. Tá vendo, era pra você ter enviado também. hehehe
Ah sim, sem falar que eu escuto direto da nova brasil fm (é o canal default do som do carro)(e eu não to ganhando nada com isso - vou até confessar que eles apelam com as músicas velhíssimas (e bregas), às vezes, hehehehe). E eu conheci (bem rápido) o estudio deles em Recife (em Boa Viagem). jáaa pensasseee? Nem tirei foto lá. =( Celular tava descarregado (sempre faz isso comigo)
ps.: não liguem pra minha cara de leso na(s) foto(s).
Há alguns outros eventos que me fizeram pensar bastante no "poder" que a internet tem em "agregar" pessoas que costumam "pensar da mesma forma".
As eleições brasileiras de 2010 me fez pensar no poder de disseminação de idéias na internet (via twitter, facebook, youtube e outras ferramentas). É verdade que as ferramentas conseguiram, de certa forma, alimentar o debate democrático (um pouco tendencioso para lados que encontraram na rede pessoas mais "carentes" de visão (o candidato achava legal fazer um Twitcam e achar que é popular por causa disso), mas ainda vemos que precisamos, inteligentemente, aderir a cultura da democratização e meta-análise de comportamentos virtuais.
Que não se faz revolução por tags no twitter acho que a maioria já sabe, mas poucos devem saber que há várias maneiras de Estados ditadores de "controlar" comportamentos silenciosamente através de aparentes web-socializações. Eles aparecem na rede, se mostram conectados, mas são apenas superficiais e estratégicos (pois apenas dividem responsabilidades quando uma decisão é tomada e pouco do povo é ouvido).
E pra que estamos usando nossos computadores cada vez mais potentes? As estatísticas mostram que o cyber-hedonismo (achar que o prazer está acima de tudo e de todos) tem crescido e os poderes computacionais tem sido //largamento usados// em prazeres virtuais (sejam eles de jogos, bate-papos ou acesso à sites pornográficos) . Usei o destaque para me justificar aqui. Achar que todos estão usando internet para hedonismo é exagero sim. As idéias "do bem" (por mais piegas que pareça) tem se multiplicado e boas práticas de educação, de intelectualização, de propagação de cultura, tem encontrado espaço na web. Sim. Mas a discussão é se estamos nos preparando (ou prontos) para seguir esta tendência de estar conectado quase que 24horas e em todos os cantos? E quantas vezes fomos vítimas de governos articulados, que antigamente exigia grupos de inteligência silenciosa e hoje através de perfis públicos no orkut/facebook encontram líderes (e grupos) contra o governo?
Lembremo-nos que a rede chega até os confins de lugares mais distantes e desérticos/florestais, mas precisamos continuar investigando valores e posicionamentos para não sairmos da tendência do humanismo, da democracia respeitosa e popular.
Uma matéria interessante do Jornal da Ciência, logo pela manhã, me deixou bastante feliz e ao mesmo tempo questionador se o Brasil também já não deveria ter começado a fazer o mesmo. É o caso de Dohar, capital de Qatar, que entrou no mapa um dia desses por ter ganho a oportunidade de receber a copa do mundo em 2022 (que longe, né?). Mas o país demonstra estar muito preocupado com o futuro. Investir 30 milhões em congressos sobre "inovação na educação" que envolvem conceitos de trabalhar com os recém-chegados na escola (e com os mais avançados) com a didática que atenda às expectativas de uma sociedade globalizada e virtual.
Segue abaixo palavras do professor Dilvo Ristoff, da Universidade Federal da Fronteira do Sul (pra falar a verdade, nem sei onde é, mas tá na reportagem que linkei acima):
"O trabalho dos professores será, portanto, profundamente afetado por esta nova tecnologia (computação móvel)e é impossível imaginar que alunos da geração pós-Ipad aceitem métodos, ritmos e salas de aula incompatíveis com a agilidade e a facilidade de acesso ao conhecimento que a comunicabilidade móvel proporciona."
Pois bem, estamos caminhando para um Brasil com o pré-sal como potencial investidor para nossa educação, ciência, tecnologia, que parecem ser concorrentes leais contra um país que teve seu papel social esquecido durante muito tempo.
Meta-governo, meta-decisões. Estas são as atitudes que esperamos (e que devemos fazer no nosso dia-a-dia) - o que já não é fácil. Informação é um caminho para o esclarecimento.
O que me instigou também ao debate sobre o impacto social (que ainda vivenciamos) e as suas consequências (e a necessidade de enxergá-las) foi este vídeo abaixo do Ted. Ele tem legenda em português. É só clicar em "view subtitles".
Adoro adjetivar a sociedade virtual-globalizado-tecnológica(e -omissa, as vezes), mas o caso é sério. Precisamos pensar em políticas locais, regionais e nacionais para que acompanhemos as tendências sem precisar mexer no regionalismo cultural de cada canto do Brasil (e do mundo). Tenho certeza que a acadêmia tem muito a acrescentar aos governos e espero um dia que a parceria academia-estado (saudavelmente) seja tão fluente que consigamos colocar em prática metodologias que devem sair das wikipedias e estar presente em pautas legislativas.
Bem, faz tempo que não escrevo. Tenho feito um curso de férias e tentado ler algo. Aliás, guardei tanta coisa pra ler nessas férias que o meu escalonador anda trabalhando muito. A propósito, de vez em quando ele dá um down(Fernando) só pra me lembrar que estou de férias e me faz acordar só ao meio dia.
Sim, vou logo ao assunto. Como o próprio título da mensagem indica, implementamos um cliente-servidor em python. Um chat que você pode conversar numa rede interna setando qual o IP do servidor. Roda o servidor, depois roda o cliente (dizendo ao cliente qual o IP do servidor).
Feito através de socket e usando tcp.
Aliás, ele está implementado em threads (no servidor e cliente).
Coisa simples que utiliza algumas das ferramentas que Python abstrai. Python quase que não é um linguagem de programação, é um middleware (entre você e qualquer coisa do mundo), rs.
Tô colocando porque talvez ajude quem tiver aprendendo mais sobre a linguagem (feito eu).
Como diz meu amigo Marcelo, o código tá protegido sob GPLv3 (se souber explicar por completo, fora que é mais fácil de compartilhar, distribuir ou melhorar) seta um comentário ai embaixo.
Muita coisa pra comentar, mas sem muita dialética, agora, volto cá depois.
"assim, quando vou atravessar uma rua e não tem ninguém para segurar na minha mão... eu digo... não tem problema eu mesmo estou aqui me guiando como eu posso fazer isso melhor? nem sempre faço o melhor, mas não acho que é pior do que de outro especialmente porque raramente outros se importam realmente comigo... e eu, juntamente com algumas raríssimas pessoas no mundo, me importo com meu êxito"
Fui lavar o carro um dia desses e o magérrimo rapaz que ousava esfregar sua flanela no carro me indagava sobre a forma como a educação dos jovens brasileiros estava se encaminhando. Meio que decepcionado, comentava sobre a lei que fora aprovada que impedia os pais de baterem nos filhos - com risco de serem presos casos desobedecessem. Diante dos comentários - que ao meu ver foram bastante serenos (acho que para mim serenidade é não se abalar quando alguém tem uma opinião diferente da sua) dele. E falou que em meio a poucas sadias oportunidades, são levados à marginalização e são presos. Ai ele falou: "aí vão para os presídios para jovens e lá apanham e são molestados de todo tipo". Pensem, os pais são impedidos de violentarem os jovens mas quando eles chegam nos presídios (ou até mesmo, algumas vezes, quando são abordados pela polícia) são vítimas de todo tipo de violência (mental, sexual, física, etc). Sou totalmente contra a violência por parte dos pais - julgo que um tapinho e um tapão se configuram violência, mas apesar que na situação onde me encontro, desprovido de poucas técnicas e sem ter lido muito do assunto, não sei se há maneiras educacionais (provadas (empiricamente?) e que funcionem) atualmente. Enfim, mas é um questionamento totalmente válido. O Estado pode, em sua condição atual, cobrar atitude na sociedade, quando os pais repreendem (vamos pensar na maioria) por acreditarem que estão ajudando, quando em presídios, nossos jovens são vítimas (em vitrine) das violências sociais (onde deveriam estar para se socializar e aprender moral e virtudes)?
Este assunto é bastante delicado, mas vamos nos questionar.