Fui lavar o carro um dia desses e o magérrimo rapaz que ousava esfregar sua flanela no carro me indagava sobre a forma como a educação dos jovens brasileiros estava se encaminhando. Meio que decepcionado, comentava sobre a lei que fora aprovada que impedia os pais de baterem nos filhos - com risco de serem presos casos desobedecessem. Diante dos comentários - que ao meu ver foram bastante serenos (acho que para mim serenidade é não se abalar quando alguém tem uma opinião diferente da sua) dele. E falou que em meio a poucas sadias oportunidades, são levados à marginalização e são presos. Ai ele falou: "aí vão para os presídios para jovens e lá apanham e são molestados de todo tipo". Pensem, os pais são impedidos de violentarem os jovens mas quando eles chegam nos presídios (ou até mesmo, algumas vezes, quando são abordados pela polícia) são vítimas de todo tipo de violência (mental, sexual, física, etc).
Sou totalmente contra a violência por parte dos pais - julgo que um tapinho e um tapão se configuram violência, mas apesar que na situação onde me encontro, desprovido de poucas técnicas e sem ter lido muito do assunto, não sei se há maneiras educacionais (provadas (empiricamente?) e que funcionem) atualmente.
Enfim, mas é um questionamento totalmente válido. O Estado pode, em sua condição atual, cobrar atitude na sociedade, quando os pais repreendem (vamos pensar na maioria) por acreditarem que estão ajudando, quando em presídios, nossos jovens são vítimas (em vitrine) das violências sociais (onde deveriam estar para se socializar e aprender moral e virtudes)?
Este assunto é bastante delicado, mas vamos nos questionar.
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Que a Força esteja com você
Consegui acordar mais cedo hoje e apesar de sentir a manhã com suas sensações típicas (sensação de trabalho, de sol, de calor, etc), não escrevi nada por aqui. Ontem assisti a dois filmes de Star Wars e hoje o último episódio (de 6) da saga que me inspira (e me ajuda) a ser alguém melhor em minhas ações. É fato que George Lucas (o criador do SW) demonstra bastante inspiração com as lições (e com roteiro) deste filme que se predomina nas lições nerds daqueles que estão na labuta interior da descoberta da Força.
A Força que nos cerca, que nos protege e nos dá inspiração.
Falando nisso e meandros lições de um livro que estou lendo (mas não vou indicá-lo enquanto não terminar - talvez indique se desistir de ler em algum momento neste esfográfico tempo x espaço), enfim, acordei, hoje, pensativo sobre decisões de quem precisa tomá-las. Com vontade de mudar algumas coisas, tanto na academia, quanto na vida. O da vida (que envolve minhas decassílabas lições complexas de tentar ser melhor) já estou tentando praticá-la. Tentando? (Mestre Yoda disse que: "fazer ou não fazer. Tentar nunca.", mas o problema não é meu, Yoda, não adianta ter tanta certeza se a gente às vezes não se concentra na Força. É preciso estar conectado para não fugir aos preceitos das leis. estou tendo precauções para evitar dizer que vou fazer algo ou falar que vai dá certo). Cautela ter, né, Mestre Yoda?) .
O restante, espero inspiração do cósmico para continuar minha peregrinação.
hoje acabei indo pra casa da minha irmã e por ela ter ido ao médico, fiquei assistindo tv. uma novela já estava passando e outra mais polêmica começou. diversos fatores me fizeram pensar no perdão (por saber que milhares de pessoas estavam desejando mau a uma personagem que tem suas dificuldades e suas limitações). Estamos analisando, agora, o comportamento desta personagem que fizera tanta coisa errada e que será conduzida a um sistema penal que corrobora a limitação humana e extingue o "que há de mais moderno" nas leis humanistas: socialização, ensinamento, tolerância.
A gente analisa, faz julgamentos, mas será que somos capazes de entender que o universo mental do homem confirma todas as dificuldades que um dia a alma em sua jornada já vivera? Que nós somos aprendizes errantes e que demoramos (vários ciclos) pra entender coisas (pequenas ou não)?
Sei lá, pode ser até medo (medo?!?) meu (de algum ciclo anterior?) de estar na mesma situação, mas a forma como se condena as pessoas é de toda forma precipitada, pois analisa imediatismos racionais limitados e ainda é procedido por instruções e procedimentos falhos (e isto já é claro) com sistemas prisionais falidos (em seu termo mais genérico possível).
Há quem acredite que o medo é quem limita o comportamento humano. Se fosse assim, o índice de criminalidade brasileiro era 0,0% (ninguém quer ficar preso, ou quer? :O). Enfim, quem sabe podemos ter no futuro um outro post completo só com este assunto? O sistema do mais forte (o Estado se julga predominantemente forte (e às vezes encara como obrigação ser forte para demonstrar poder e controle)) é jocosamente ultrapassado nas literaturas e haverá de ser ponderado quando as massas tiverem um pouco mais de esclarecimento e equílibrio em atitudes. A forma como se é proposta a pena de alguma infração tem muito do que o ser humano merece ou conquistou. Mas também não quero pensar assim. Vamos adiante.
Neste momento (porquê não) elevamos nossos pensamentos a todos os sistemas prisionais do mundo. Que possamos irradiar alimento em luz, esperança e dignidade a todos os irmãos e irmãs que sofrem.
.
Passado este momento reflexivo (e espiritual-polêmico), estou aqui pensando se no que escrevi entenderá alguém. Vou dar uma visualizada e depois volto pra terminá-lo.
Pois é, voltei.
Minhas férias estão em andamento e as chuvas em Recife tem me constatado a idéia de que as férias são períodos de chuva em que as escolas/universidades preferem que você fique em casa a correr riscos em alagamentos/ trânsitos /quebra de encostas em morros. Sério que um dia me disseram que o objetivo das férias de julho era por isso aí (o_O). rs. Mas enfim, estamos no verão e deveria fazer sol todo dia em Recife. Agora faz calor e é porque tá mormaço.
É melhor eu terminar este post, vai ficar enorme e só alguém lunático vai ter paciência de ler.
Mas enfim, termino este post desejando sol no Brasil, paz no cotidiano de cada um que visita a Cache e QUE A FORÇA ESTEJA COM VOCÊ!
domingo, 9 de janeiro de 2011
Rascunho
Não sei se os projetos de pernilongos africanos que vieram em navios, cruzando oceanos, mas que hoje mata (muriçocas e dengues) me deixarão escrever este post cujo grande objetivo e utilidade são traçados em momento de execução (não me faça pergunta, apenas escreva).
O ser humano tende a linearizar os pensamentos. Não consigo. Não que eu não consiga linearizar pensamentos. Não consigo terminar este post.
Próximo.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
A-corda
quase estou no terceiro ano de vegetarianismo puro e aplicado (rs). nestes quase três anos verificando o que tem no meu prato, reagindo e questionando, me custaram amigos e curiosos (no mínimo, curiosos).
é incrível a quantidade de pessoas que já me falaram que passaram um tempo sendo vegetarianos e que desistiram, de outros que dizem querer virar um dia, mas que não conseguem ou aqueles que fazem piada do vício (às vezes, inquestionado vício) da carne e sua relação amorosa com este vestígio animal necroso e sangrento (acordei meu adjetivo, agora :O ).
questionar os vícios é um pouco sair da caixa. as universidades propõem isso, mas a vida é indelicadamente, às vezes, sapiensosa para exigir comportamentos novos e questionar atitudes que tomamos sem que nos percebamos. - Opsi, acorda, aí, isso tá errado. (isso quando ela tá educada e fala. o pior é quando ela chega na rasteira e faz você "acordar" de maneira rápida sem pedir licença).
falando em vício, uma empresa que vende produtos alcoolicos coloca outdoors nas avenidas de Recife falando que entende de nossos vícios.
É, fazem entrelaçamento dos nossos costumes caseiros (dormir mais 5 minutinhos antes de acordar, ou sair pra praia dia de domingo, etc) com o fato de que beber pode ser considerado um dos costumes inocentementes diários.
o outdoor inocente (do ponto de vista publicitário) deveria indagar ao consumidor se o que ele faz inocente e diariamente é correto e lhe faz bem. Apenas isso. Não estou discutindo vício ou necessidade físico-moral-afetivo-mental de quem bebe com a bebida. O fato de indagar repelete (e impulsiona?) a pensarmos fora de nós mesmos e é quando a maioria das mudanças (mudar?) acontece e decidimos nos organizar (planejar?). Pois é, lembrando do último post que falamos das 3 coisas difíceis sobre as quais nos colocamos quando estamos a-cor-da-dos.
Estar na corda consciente já é uma grande vantagem àquele que tenta se equilibrar (desastrosamente ou não). Acordar é um processo de despertar que nos rende vários ciclos, até que várias instruções possam ser decodificadas e apreendidas por nós.
De acordar na corda e permanecer equilibrado há uma Grande Espera e paciente devemos ser.
E até ser paciente é difícil.
Taí uma outra palavra para pessoas acordadas: paciência.
Vamos exercitando, programmers. E mudando e tirando bugs desse grande artifício-homem, que corajosamente aceitamos investigar. No pior caso, haveremos de reiniciar e começar de novo. Ah, vamos pensar no caso médio: aprender. E no melhor caso: compilarmos, continuarmos, ascedermos.
Isso me lembrou alguns sonhos nos quais fui um programa em C (agora, imagine, a quantidade de endereços de memória, for, while, if e elses e você dentro tendo que organizar).
Pois é, vamos lá, que a corda as vezes balança só de brincadeira pra ve quem tá acordado.
Coisas Difíceis
Temos a primeira presidenta do Brasil tomada posse no nosso país latino-continental e o mundo pára um pouco suas análises monetário-burguesa para refletir sobre oportunidade e diferenças. Uma mulher que tem sua origem em outro país e que coloca em seus discursos que uma de suas metas é vencer a pobreza.
Aderir a mudança é quase elementar na fagocitária sociedade que digere o ócio (ou o ocioso) quando precisa alimentar-se para se movimentar. E aderir a mudança não é se frivolizar diante do desconhecido ou vulgar. É às vezes apenas reagir ao caos, interno ou externo. Acredito que o próprio Cristo mudou enquanto peregrinava descalço (ou não) na terra oriental. Mas mudar é difícil, exige cuidados e impulsos calculados. Ah, impulsos. Escutei ontem que se impulso fosse útil, o mundo era dominado por cangurus. Parece piegas, mas achei interessante quando a frase foi alinhada a outra: coloque o impulso para depois de planejar.
Ramatís - autor de livros esotéricos - começou um capítulo de um livro certa vez falando de política e da influência social entrelaçada aos acontecimentos públicos. A dominância de mudanças acontece da sociedade para os políticos (nesta ordem) - e assim, reflete-se da política para a sociedade - e não o contrário como costumamos pensar. Primeiro mudamos nós, sociedade, para que depois a falange política se posicione *como* nós. Como agentes entrando em simbiose e trocando equações para entrar em equilíbrio. O corpo maior, o social, é que predomina a mudança. Então, não adianta reivindicar honestidade e algumas outras virtudes na política se o corpo social ainda é tão inerte quanto aos seus comportamentos minúsculos no seu cotidiano. É uma questão-espelho. É chato aceitar isso. E nem aceito por completo. Aliás, os filósofos anotavam (ou mandava os discípulos anotarem) coisas quando seus contemporâneos não os entendiam para que alguém com capacidade pudesse interpretar no futuro. Aconteceu com o Cristo e outros Mestres da filosofia que foram mortos (na cruz ou na cicuta) mas que seu legado é admirado e pacientemente incorporado aos costumes de grupos que aderem à mudança.
Aderir a mudança é quase elementar na fagocitária sociedade que digere o ócio (ou o ocioso) quando precisa alimentar-se para se movimentar. E aderir a mudança não é se frivolizar diante do desconhecido ou vulgar. É às vezes apenas reagir ao caos, interno ou externo. Acredito que o próprio Cristo mudou enquanto peregrinava descalço (ou não) na terra oriental. Mas mudar é difícil, exige cuidados e impulsos calculados. Ah, impulsos. Escutei ontem que se impulso fosse útil, o mundo era dominado por cangurus. Parece piegas, mas achei interessante quando a frase foi alinhada a outra: coloque o impulso para depois de planejar.
Pode ser uma boa estratégia.
Aliás, voltando ao caso da presidenta. Que ela consiga planejar, estratetizar para um Brasil melhor e depois todos nós nos impulsionemos para fronte.
Fronte, coisa distante e desconhecida, mas temos certeza que aqui parado não é o nosso lugar. Mudar, planejar, impulsionar. 3 coisas difíceis no dicionário de alguém acordado.
Bit de Validade
Nossa, já havia me esquecido quão bom é fazer as coisas pra você. Confesso que é bem mais trabalhoso trabalhar em cima de um blog cujo público é específico e cujas finalidades você julga tão importante a ponto de querer tecnicamente organizado. E nem sei se consigo cumprir todas essas formalidades não-excessivas mas ao mesmo tempo completas. Tenho passado algumas horas me dedicando ao meu outro espaço - o tecnologiadeponte - que até mesmo mudar o layout, ou mexer em alguma outra coisa, me rende vários e vários minutos. Aqui na Cache não.

Apenas escrevo sem me preocupar com quantidades e até mesmo com qualidade. Estar na Cache é questão de querer.
Hoje o dia acordou um chuvoso, preciso me recuperar desta gripe para que minha respiração fique normal e a quantidade de força vital em mim me tire o desânimo. Ainda estou implementando o nsga2. ele tá quase completo - se não fosse os bugs pseudo-aleatórios. coisas de quem mexe com ponteiros.
No meu quarto tem um quadro onde a simulação de cache é quase evidente. Coloco lá o que tem que lembrar, refletir, ou até mesmo, quando desenho pra me divertir. :P Hoje, ele está com o

cristograma no centro, uma representação das várias 'manifestações' da alma, a piramide representativa de egrégora rosacruz e... uma indicação de livro do @marcelo_pita, o Bhagavad Gita.
O cristograma representa um pouco da minha união esotérica com o Cristo. apesar que nao detenho muito conhecimento (quase nada, além do intuitivo) sobre o símbolo.
Os desenhos das manifestações dos 7 "corpos" do homem veio da conversa no skype com o @marcelo_pita que defende que o homem não possui corpos nos mundos astrais superiores. E sim manifestações. oO Quem sabe depois comento melhor sobre o assunto, vou med et tar.
modificações pós-postagem:
*Marcelo: mas só fazendo um parêntese: nem corpos, nem manifestações.... mas um hiato que não nos dá liberdade de escolha neste nível
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